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Hoje mostro aqui Alhandra, Terra onde sempre vivi, Á beira-rio plantada, Muitas vezes esquecida, Algumas vezes amada Terra de outrora. Onde tudo começou - 1203 Fomos dos 1ºs a receber um Foral. Fomos Alhandra antes de descobrirem o Brasil - 1810 Fomos a 1ª linha ‘das Linhas de Torres’, onde travamos a invasão das tropas de Napoleão. - 1856 Tivemos o 1º troço de linha-férrea do País, entre Lisboa e o Carregado - Em 1865 construi-se o Teatro Thalia Alhandrense, de 40 camarotes e de 300 lugares de plateia. Mais tarde passou a chamar-se Teatro Salvador Marques que passou ser uma das mais belas casas de teatro do País. - 1889 Surgiu a 1ª fabrica de grandes dimensões do Pais a Companhia Fabril Lisbonense “Fábrica da Juta” - 1892 1ª Fabrica de Penteação de Lãs ENPL. - 1894 1ª Fabrica de cimento do Pais Cimentejo ‘Cimpor’. - 1897 1 Praça de toiros. Terra tradicionalmente toireira, já Almeida Garrett a ela se refere nas «Viagens na Minha Terra» - 1898 Tivemos a 1ª greve operária do Pais. - 1931 Temos luz eléctrica, mesmo antes de termos água canalizada. - 1932 Fabrica de Descasque de Arroz ‘ F.R. Maneira. - 1952 1º Documento do Carnaval em Alhandra. Mas há histórias do Carnaval datar muito antes desta data. Individualidades nascidas em Alhandra: - Brás de Albuquerque – Navegador/Conquistador. - Sousa Martins – Médico/Humanista. - Salvador Marques – Empresário/Dramaturgo/Encenador. - Francisco Filipe dos Reis – Autor/Escritor/Chefe Escritórios da Cimentejo. - Baptista Pereira – Grande recordista de Natação. Passou ainda por Alhandra: Soeiro Pereira Gomes – Escritor/Politico. Casou com uma Alhandrense: Manuela Câncio Reis, filha de Francisco Filipe dos Reis. (Leia “Esteiros”) Alhandra chegou a ser a maior e mais rica povoação, com o seu fabrico de telha e tijolo, lagares de azeita, Pesca e a agricultura das Lezírias. Dá vontade de gritar onde está tua fama Alhandra de outrora, Foste abafada qual Catarina Eufémia. Espero que teu Passeio Ribeirinho, traga á memoria passeios de outrora. Altura em que o cais 14 não apenas recebia o Tejo, mas também o que nele navegava.
O meu avô paterno, pastor, lenhador e agricultor por necessidade, natural de Vale de Madeiros do distrito de Viseu, veio para Alhandra com a 4ª classe, por volta de 1933, para trabalhar na fábrica Cimentejo. Alhandra foi a Vila onde viveu intensamente e amou como se fosse sua até ao ano de 1979. Eu sinto o mesmo que ele sentiu desde os meus três dias de idade. Embora, à muito que sinto que não sou bem vindo a esta terra e que nenhuma diferença me faz porque o que eu sinto mais ninguém consegue sentir. Meu Lar, meu bem estar e minha felicidade!
ResponderEliminarvou fazer-lhe uma pergunta que só responderá se quiser mas que eu agradeço antecipadamente se me disser simplesmente SIM ou Não. O avô tinha o nome de José Esteves ? o pai tem o nome de Manuel Carlos ? obrigado.
ResponderEliminarNão
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